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Sobre a falha nos multibancos!

SOBRE A FALHA NOS MULTIBANCOS

 

Tal como a sua casa precisa de mais ou menos manutenção e segurança, numa empresa não é diferente. É uma decisão do gestor acautelar e antecipar soluções para situações de risco em todas as áreas da empresa.
O risco existe em todas as áreas, segmentos, atividades... e o seu impacto está diretamente relacionado com a classificação dos riscos de modo a antecipar soluções. No que diz respeito à tecnologia manutenção dos sistemas e redes utilizados é essencial para o desempenho "normal" de uma empresa.

"É normal que se tenham sentido constrangimentos, mas o problema foi resolvido", acrescentou Maria Antónia Saldanha sobre os constrangimentos de ordem técnica na rede multibanco ocorrida no fim de semana.

Aproveite as férias para refletir sobre esta questão. O risco é uma realidade no funcionamento das empresas. A Internet e a tecnologia alterou o funcionamento das rotinas nas instituições. A automação não só facilita muitas operações, como também agiliza processos. Por outro lado, uma simples falha tem um impacte maior pois pode condicionar a atuação das empresas.

É normal que haja constrangimentos, problemas e falhas. Acrescenta-se aqui que acautelar faz parte de uma decisão de gestão para um melhor desempenho das empresas. Os problemas nos sistemas, as falhas de rede, problemas de ordem técnica e segurança na Internet devem fazer parte do plano de trabalho diário de uma empresa para que não seja apanhada de surpresa e para que a surpresa não se instale como rotina

RGPD: Notas e esclarecimentos

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⛔ DADOS PESSOAIS?
⛔ DADOS SENSÍVEIS?

Sabia que o último regulamento feito pela UE sobre o tratamento dos dados ( informações sobre as pessoas: clientes, funcionários, parceiros, fornecedores) foi em 1967?
De lá para cá, a tecnologia invadiu as empresas e a vida das pessoas. Se pensarmos só nos últimos 20 anos... tanta coisa mudou!

Já era hora das pessoas comuns terem direito de perceber, autorizar e até mesmo alterar a forma como a informação de que dispõem as empresa sobre elas.

O novo regime de protecção de dados tem como objectivo regular essa utilizadas da informação pessoal e privadas das pessoas que legalmente é tratada como : DADOS PESSOAIS E DADOS SENSÍVEIS.

A verdade é que as empresas nem sequer tinham conhecimento da quantidade de informação que dispões sobre as pessoas com as quais se relaciona e trata-se de um assunto delicado no que diz respeito à privacidade e direito dos cidadãos.

Dados e mais dados. As empresas no seu dia-a-dia
Como tratá-los? O Novo Regulamento de Proteção de dados entra em vigor este mês. Por isso, preparamos um resumo sobre o tema.

Para os nossos clientes PRIMAVERA, temos o módulo opcional Personal Data Manager, que apoia os utilizadores nos processos de gestão do regime de protecção.

Para os nossos clientes SAGE faremos o apoio na adopção do regime, através das actualizações ao produto que disponibilizam as ferramentas auxiliares necessárias.

Para quem ainda não recorreu aos nossos serviços, esta pode ser uma excelente oportunidade.

 

Sevways - Information Systems Engineering

O SOFTWARE DE GESTÃO não funciona!?

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A ineficácia do funcionamento de um software deve-se à premissa corrente de que um sistema está pronto para optimizar processos internos e de que funciona sozinho. É comum ouvir de gestores e dos utilizadores: este software não funciona.

A ideia da maioria das pessoas é: compro este software e o problema está resolvido. Basta utilizá-lo e está feito.

No entanto, um software sózinho é muito pouco para a gestão de uma empresa, a solução é eficaz se envolve processos (procedimentos), pessoas e finalmente o software, desenvolvido em função da informação disponibilizada por cada empresa.

Quando o software é desenvolvido (implementado), deve haver a definição clara dos objetivos pretendidos. Ou seja, deverá ser desenvolvido em função de um plano de necessidades concretas, procedimentos planeados, para resolver um problema de gestão, de modo a medir um resultado também concreto.

O resultado é: se os procedimentos e as pessoas não estão devidamente alinhados com o software desenvolvido/implementado, dificilmente o seu software "funciona".

Um bom princípio para as empresas que pretendem investir num software é conhecer com rigor os seus problemas de gestão, desenhar soluções antecipando os erros do software. Como as empresas não param e o que se definiu no início muitas vezes muda durante o processo de desenvolvimento/implementação é vital definir interlocutor/empresa com conhecimento e disponibilidade de tempo necessários para traduzir os problemas de negócio e as facilidades pretendidas com o software.

"CO-OPERAÇÃO" é essencial num desenvolvimento e o motivo principal para o sucesso de um #software. Não chega comprar, é preciso DESENHAR e IMPLEMENTAR como soluções para problemas.

A Sevways desenvolve sistemas à medida, dispondo das certificações necessárias em termos técnicos e de uma equipa de consultores especializada. Em conjunto com a sua empresa, fornece serviços de ERP para otimizar processos internos e externos, sendo essencial o desenho e o planeamento em conjunto de cada sistema.

Já é altura para ter um software que funcione? Fale connosco!

 

Engº Mestre Rui Martins de Almeida
Fundador da Sevways

Nova image – SEVWAYS.CLOUD

Já era altura de modernizar nossa imagem e investir num posicionamento mais direcionado à tecnologia. Como tudo que é vivo cresce, iniciamos a nossa jornada representados pela folha que resumia a ideia de implementação, mudança, transformação e crescimento… Em passos

CHILE | AMERICA DIGITAL LATIN

HILE | AMERICA DIGITAL LATIN AMERICAN CONGRESS OF BUSINESS & TECHNOLOGY 2017

O país possui uma forte economia, focada no mercado consumidor e de grande potencial exportador. Cerca de 1/3 do PIB chileno vem de exportações e o país possui mais de 20 tratados comerciais com cerca de 60 países.

A economia chilena, dessa forma, dinamizou a sua oferta e expandiu fronteiras económicas, como o Tratado de Livre Comércio com a China e a aliança com o Peru, Colômbia e México, em contraponto ao MERCOSUL. A economia do Chile é dominada pelos sectores industrial e de serviços. Os dois sectores representam mais de 96% do PIB. A importância do sector de serviços tem aumentado nos últimos anos.

O Chile tem um peso reduzido no contexto do comércio externo português. Em 2015, o país posicionou-se como 44o cliente de Portugal (manteve a posição do ano anterior), absorvendo 0,21% do total das exportações portuguesas, e como 66o fornecedor, representando 0,07% das importações. Para o comércio internacional do Chile e segundo as estatísticas do International Trade Centre relativas a 2015, a importância de Portugal, enquanto cliente e fornecedor, é também reduzida (61a e 38a posição, respetivamente), com uma quota de 0,19% ao nível das importações chilenas.

Saiba mais aqui.

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